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Economia de espaço e energia está entre os apelos de dispositivos

Os usuários domésticos já elegeram os dispositivos móveis – smartphones, tablets e notebooks – como os seus preferidos. No mercado corporativo, porém, o PC tradicional segue reinando, especialmente em função de questões como menor custo para adoção e manutenção.

Isso não significa, porém, estagnação em termos de novidades. De acordo com a Intel, a evolução nesse segmento envolve a adoção de equipamentos menores, mas capazes de manter a produtividade. Os computadores de tamanho reduzido (Small Form Factors) surgem nessa nova perspectiva. Dados de uma pesquisa realizada pela International Data Corporation (IDC) em setembro do ano passado mostra que essa é uma tendência-chave em computação corporativa: 43% dos entrevistados considerariam comprar um Small Form Factor, número que se aproxima da intenção de compra dos notebooks, por exemplo, que é de 56%.

Esses modelos são compactos, pesando menos de 1kg e do tamanho da palma da mão, como os Intel NUCs e Compute Stick – um dispositivo com alto desempenho em computação do tamanho de um pen drive e que, segundo a ABI Research, deve chegar a 5 milhões de unidades vendidas até 2021.

Os principais apelos para as empresas que buscam equipar estações de trabalho com esse perfil de equipamento são a redução de custos, espaço e de consumo de energia. “Essa migração já é uma realidade no mundo e, a cada trimestre, podemos acompanhar o crescimento da adoção no Brasil”, relata a Business Marketing Manager da Intel, Barbara Toledo. Segundo ela, isso é facilitado pelo fato de que vários fabricantes estão comercializando essas máquinas, desde players nacionais, como a Positivo, até multifuncionais, como Dell, HP e Lenovo. “O mercado está oferecendo das máquinas mais básicas até as mais evoluídas. Com todo esse apelo e diferentes configurações, não temos encontrado resistências”, acrescenta. Barbara explica que a evolução dos processadores da Intel permite que, mesmo usando componentes cada vez menores, seja possível garantir a mesma performance.

Fonte: Jornal do Comércio

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